FORO PRIVILEGIADO
Uma das coisas mais antigas da humanidade é o desejo pela superioridade, intocabilidade e imunidade absoluta.
Um grande exemplo eram os Faraós do Egito, tidos como deuses, representação das divindades, irrepreensíveis, imaculados, perfeitos e impassíveis de quaisquer erros. Seguidos então pelos reis, sacerdotes, governantes, presidentes, até os dias de hoje.
Sim, o que todos nós queremos é uma posição inviolável, impenetrável, que nos garanta a ocultação de todos os nossos erros e pecados; que nos transmita a sensação de poder absoluto, de potencialidade e total admiração pelos mais fracos, inferiorizados com nossa tão grande ascensão.
No relato bíblico, porém, a coisa não é assim tão cena de novela... O grande Faraó da era de Moisés viu seu povo sendo esmagado pela soberana vontade do Onipotente Governador das eras. Até seu exército foi vítima de sua teimosia em perseguir o povo do Eterno...
Um tempo depois, já no período dos juízes, vemos um rapaz mulherengo e sedutor utilizando a "imagem pública de comando" como cartão de visita para se chegar até as mulheres mais lindas da tribo inimiga, e aproveitar-se do poder que nele foi investido para satisfazer a si mesmo e às suas imaginações.
Logo mais à frente, no período dos reis, um outro rapaz bonito e vistoso ocupa o cargo de maioral do poder público e novamente vemos o mal uso do poder em mãos de crianças grandes, que caos! Seguido o mal exemplo em seu sucessor, que, embora bem mais espiritual, não deixou de dar suas gafes e também de se envolver em escândalos veiculados em todos os "canais de TV" de sua época.
Nos tempos áureos do Projeto da Salvação, já com nosso Salvador aqui em carne e osso, os sacerdotes locais já estavam pra lá de Bagdá no que se referia à moralidade Cristã, já tendo dentro do templo uma verdadeira Bolsa de Valores instaurada, que vendia e comprava mais do que qualquer mercado que se conhecesse na época!
O Salvador volta então para Sua morada e a crise continua, com um suporto "convertido" rei que instaura regras pagãs nos rituais cristãos, misturando a coisa toda, culminando num movimento de protesto, mal compreendido e que se tornou um rio de sangue, envolvendo católicos, luteranos e calvinistas... Que algazarra!
E hoje? Como estamos utilizando nosso poder público? O que fazemos com nosso "FORO PRIVILEGIADO"?
Temos pais abusando de sua autoridade tanto quanto os governantes de antes e de agora. Temos líderes religiosos atribuindo a satanás seus desejos torpes de poder e lascívia, enquanto não tentam antes se curvar e pedir forças a Deus para se moldarem segundo os preceitos divinos...
Temos políticos, pastores, anciãos, padres, pais, mães, professores, tão corruptos quanto nem os Faraós conseguiram ser! E agora? Onde está a origem disso tudo?
O apóstolo Paulo nos dá uma fórmula de "reversão" deste vírus que enquadra gerações a fio em nosso mundo!
"e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Rom 12:2)
O que acontece é que todos estes líderes e nós também, queremos demais as coisas deste mundo, queremos demais os valores agregados daqui, e NÃO QUEREMOS NADA COM DEUS...
Enquanto Paulo declarava que "pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar;
por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos" (I Tim 6:8), nós usamos o hipócrita discurso de que "Deus é o dono do ouro e da prata", numa falsa teologia da prosperidade que nos leva a querer sempre mais, não importando quantas cabeças terão que rolar para atingirmos nossos objetivos obscuros, que no final culminarão no mesmo destino dos demais que se acharam tão poderosos, mas que terminaram na mesma morte que nos aguarda.
Um grande exemplo eram os Faraós do Egito, tidos como deuses, representação das divindades, irrepreensíveis, imaculados, perfeitos e impassíveis de quaisquer erros. Seguidos então pelos reis, sacerdotes, governantes, presidentes, até os dias de hoje.
Sim, o que todos nós queremos é uma posição inviolável, impenetrável, que nos garanta a ocultação de todos os nossos erros e pecados; que nos transmita a sensação de poder absoluto, de potencialidade e total admiração pelos mais fracos, inferiorizados com nossa tão grande ascensão.
No relato bíblico, porém, a coisa não é assim tão cena de novela... O grande Faraó da era de Moisés viu seu povo sendo esmagado pela soberana vontade do Onipotente Governador das eras. Até seu exército foi vítima de sua teimosia em perseguir o povo do Eterno...
Um tempo depois, já no período dos juízes, vemos um rapaz mulherengo e sedutor utilizando a "imagem pública de comando" como cartão de visita para se chegar até as mulheres mais lindas da tribo inimiga, e aproveitar-se do poder que nele foi investido para satisfazer a si mesmo e às suas imaginações.
Logo mais à frente, no período dos reis, um outro rapaz bonito e vistoso ocupa o cargo de maioral do poder público e novamente vemos o mal uso do poder em mãos de crianças grandes, que caos! Seguido o mal exemplo em seu sucessor, que, embora bem mais espiritual, não deixou de dar suas gafes e também de se envolver em escândalos veiculados em todos os "canais de TV" de sua época.
Nos tempos áureos do Projeto da Salvação, já com nosso Salvador aqui em carne e osso, os sacerdotes locais já estavam pra lá de Bagdá no que se referia à moralidade Cristã, já tendo dentro do templo uma verdadeira Bolsa de Valores instaurada, que vendia e comprava mais do que qualquer mercado que se conhecesse na época!
O Salvador volta então para Sua morada e a crise continua, com um suporto "convertido" rei que instaura regras pagãs nos rituais cristãos, misturando a coisa toda, culminando num movimento de protesto, mal compreendido e que se tornou um rio de sangue, envolvendo católicos, luteranos e calvinistas... Que algazarra!
E hoje? Como estamos utilizando nosso poder público? O que fazemos com nosso "FORO PRIVILEGIADO"?
Temos pais abusando de sua autoridade tanto quanto os governantes de antes e de agora. Temos líderes religiosos atribuindo a satanás seus desejos torpes de poder e lascívia, enquanto não tentam antes se curvar e pedir forças a Deus para se moldarem segundo os preceitos divinos...
Temos políticos, pastores, anciãos, padres, pais, mães, professores, tão corruptos quanto nem os Faraós conseguiram ser! E agora? Onde está a origem disso tudo?
O apóstolo Paulo nos dá uma fórmula de "reversão" deste vírus que enquadra gerações a fio em nosso mundo!
"e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Rom 12:2)
O que acontece é que todos estes líderes e nós também, queremos demais as coisas deste mundo, queremos demais os valores agregados daqui, e NÃO QUEREMOS NADA COM DEUS...
Enquanto Paulo declarava que "pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar;
por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos" (I Tim 6:8), nós usamos o hipócrita discurso de que "Deus é o dono do ouro e da prata", numa falsa teologia da prosperidade que nos leva a querer sempre mais, não importando quantas cabeças terão que rolar para atingirmos nossos objetivos obscuros, que no final culminarão no mesmo destino dos demais que se acharam tão poderosos, mas que terminaram na mesma morte que nos aguarda.
Por isso enfatizamos que o amor ao próximo ainda é e sempre será o principal desafio da nossa existência.
Graça e paz a todos!
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